

1. O SISTEMA IMUNE INATO
A primeira linha de defesa do corpo.
São as defesas generalistas, como os macrófagos e as células dentríticas, que estão sempre alertas e prontas para defender a integridade da vida.
Consegue reconhecer, atacar e destruir infecções rapidamente.
Deve estar fortalecido e resiliente. Zinco, selênio, vitaminas D, C e A (retinol), aminoácidos e óleos nutritivos estão entre algumas das matérias-primas necessárias para evitar a imunidade baixa.
Em caso de infecção viral, o sistema inato trabalha para combater imediatamente o invasor. Em caso de deficiência, a carga viral é mantida baixa por tempo suficiente para que o sistema adaptativo possa criar defesas especializadas sob medida – os chamados anticorpos –, que garantem a imunização.
Caso haja imunodeficiência ou comorbidade que enfraqueçam as defesas naturais, esta primeira linha de defesa pode falhar e permitir que a infecção viral se replique em excesso.
Isso, por sua vez, pode ativar uma resposta imune exacerbada, desencadeando um processo inflamatório exagerado que causa danos e sintomas variados aos tecidos do corpo.
Quanto mais eficiente é o sistema inato, melhores as chances de superar qualquer infecção viral com o mínimo de sintomas, ou ainda assintomático.
2. O SISTEMA IMUNE ADAPTATIVO
O sistema imune adaptativo é mais lento e não consegue responder instantaneamente às infecções.
Precisa de tempo para se adaptar ou aprender a reconhecê-las.
Após o primeiro encontro com um patógeno, o sistema imune adaptativo lembra como é esse patógeno. Quando (ou se) o mesmo patógeno tenta infectar o corpo novamente, a próxima resposta é rápida, precisa e eficaz.
Os principais tipos celulares do sistema imune adaptativo incluem células T e células B.
O sistema imune adaptativo leva tempo para ser acionado, mas é o que traz a solução definitiva: a imunização.