A glutationa é uma molécula produzida naturalmente pelo corpo, composta por três aminoácidos: glutamato, cisteína e glicina.
É necessária em muitas reações, contribuindo para a saúde dos músculos, servindo de fonte de energia para as células do intestino e do sistema imune, dentre outras funções.
A glutationa é especialmente abundante no fígado e nos rins, sendo essencial para manter o equilíbrio celular [1].
Seus níveis são diferentes no cérebro entre adultos e idosos, assim como a sua quantidade difere de acordo com as regiões do cérebro. Além disso, pesquisas mostram uma menor quantidade de glutationa no sangue de pessoas mais idosas quando comparadas ao mais jovens [2].

Nossos corpos obtêm glutationa de duas maneiras: dos alimentos que comemos e de nossa própria produção interna. Devido à capacidade do corpo de produzir glutationa, ela não é considerada um nutriente "essencial".
Em algumas condições, porém, a necessidade de glutationa do corpo é superada pela sua capacidade de produzi-la.
Referências:
[1] Forman, H.J.; Zhang, H.; Rinna, A. Glutathione: Overview of its protective roles, measurement, and biosynthesis. Mol. Asp. Med. 2009.
[2] Detcheverry F, Senthil S, Narayanan S, Badhwar A. Changes in levels of the antioxidant glutathione in brain and blood across the age span of healthy adults: A systematic review. Neuroimage Clin. 2023.